Programa de Mediação Escolar e Social da Justiça do Amapá promove palestra para pais e filhos
Coordenado pelo Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos – NUPEMEC/TJAP, o programa de Mediação Escolar e Social da Justiça do Amapá promoveu um encontro com pais e filhos que estudam na Escola Estadual Antônio Cordeiro Pontes para uma palestra com o tema “A responsabilidade da Família na Educação dos Filhos”, ministrada pelo Defensor Público, Gilson Borges, e contou com a participação da coordenação do Núcleo de Conciliação e Mediação implantada na instituição escolar.
A supervisora do Programa de Mediação Escolar, Euzinete Bentes, agradeceu a presença dos pais no encontro, pois ao responderam positivamente o chamado da Justiça, representa o compromisso com a educação dos seus filhos. “Esse trabalho do Judiciário amapaense, é uma maneira de juntar esforços com a escolas e buscarmos amenizar a questão das violências que eventualmente ocorrem dentro delas e juntos conseguirmos formar uma sociedade mais integra e de bons valores”
A Presidente do NUPEMEC/TJAP, desembargadora Sueli Pini, em suas palavras de boas-vindas, destacou que a Justiça tem seu lado que processa, julga e condena, mas também possui um lado social muito atuante que se preocupa com as pessoas e com os conflitos vividos pela nossa sociedade.
“Onde há pessoas, há conflitos. Este é um fato, que, todavia, deve ser melhor administrado. E a escola é um bom lugar para aprender isto. Por meio da nossa política de anos trabalhando com a cultura da Mediação e Conciliação, a prática do programa Mediação Escolar e Social tem nos apresentado uma transformação de comportamento, em que as pessoas estão aprendendo a mediar os conflitos que ocorrem no ambiente escolar”, destacou.
O professor Francisco de Assis Lopes, diretor da escola Antônio Cordeiro Pontes, enfatizou uma participação mais ativa dos pais e mães na vida escolar dos seus filhos, pois expôs uma observação que o aluno causador de conflitos e que tem dificuldade de aprendizado, é infelizmente cujo os pais são mais ausentes. “Quando temos essa cooperação entre escola e família, o filho dela será mais bem sucedido, se sentirá mais incentivado à estudar e ter um histórico escolar exemplar. Vamos discutir os pontos que estão nos atrapalhando, e assim juntos buscarmos soluções”.
A coordenadora do Núcleo de Conciliação e Mediação da Escola, professora Joyce Ferreira de Souza, informou que esse encontro foi marcado devido um episódio de um conflito em sala de aula de alunos do 8º ano que foi registrado em vídeo, e em uma reunião de professores se constatou a necessidade uma conversa com todos os pai de uma maneira geral. “A escola precisa está em parceria com a família para fazermos um trabalho efetivo e de qualidade”.
- Macapá, 04 de novembro de 2019 -
Assessoria de Comunicação Social
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- Criado: Segunda, 04 Novembro 2019 07:00